Psicólogo CRP 06/230403
Entendo a psicoterapia como um exercício de humanidade.
Uma prática que constrói possibilidades de existir além dos rígidos formatos socialmente estipulados. Ampliando a experiência de vida e facilitando novos modos de ser e fazer.
Não enxergo a clínica como uma promessa de cura ou de padronização. A experiência terapêutica é o que se torna a cada encontro. Norteia-se como um movimento amorfo, de flexibilização e transformação. Uma procura por vivências genuínas e desvencilhadas de opressão.
Conduzo o meu fazer psicológico, com a intenção de auxiliar as pessoas a adquirirem recursos e olharem de forma crítica para si e para o mundo. Desenvolvendo, enfim, maior repertório para administrarem suas escolhas e sofrimentos.
Trabalho com arte e desenvolvimento humano há mais de 20 anos. Lecionei para crianças, adolescentes e adultos e atuei como facilitador de acessibilidade para pessoas atípicas. Sou autor dos livros: Tufã não gosta de Fagá (Ciranda Cultural, 2020) - Selecionado pela cátedra UNESCO/PUC RJ e adotado pelo ensino público de Santana do Parnaíba em 2021; Tchau, Mixirica! (Pingue Pongue, 2022) - Contemplado em edital para aquisição por parte de escolas e bibliotecas públicas de São Paulo (2022); O vaso preferido da casa (Pingue Pongue, 2022) e Um, Dois, Três... (Pingue Pongue, 2022). Atualmente, me dedico à Psicologia Clínica e Social.
Os encontros psicoterapêuticos são oferecidos a adolescentes e adultos, de forma online e prezam pela responsabilidade profissional, confidencialidade, espaço isento de julgamentos, primor técnico, assim como os demais padrões éticos estipulados pelo Conselho Federal de Psicologia.
A abordagem Comportamentalista é focada em analisar o comportamento dos indivíduos para construir consciência quanto a sua natureza e função na interação com o mundo.
Se estrutura na filosofia Comportamentalista Radical pensada por B. F. Skinner e descreve, fundamentada nas ciências naturais, que cada ser é único, possuindo sua própria história de vida e particularidades.
No contexto psicoterapêutico, preza pelo acolhimento, pela construção de espaços isentos de julgamento e pela responsabilidade técnica e ética. Intenta-se que a pessoa atendida construa novos repertórios que a emancipem, auxiliando-a a lidar com seu sofrimento de forma realista, prática e provida de autonomia.